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Como funciona o Google Analytics?

O Google Analytics é considerado uma peça essencial dos sites na web, pois, sem ele, ficamos literalmente no escuro. Como diz a famosa citação do estatístico William Edwards Deming, “não se gerencia o que não se mede”.

O mercado hoje oferece uma vasta gama de soluções de monitoramento e análise de sites como Adobe Analytics e Mixpanel, aplicativos gratuitos para gerar mapas de calor como o Hotjar e o Crazyegg, e até softwares open source que podem ser instalados no próprio servidor, como o Matomo (antigo PWIKI) e o Open Web Analytics, entre outras.

O GA não dispensa essas ferramentas, mas merece uma atenção especial, a começar pelo seu proprietário: quem melhor do que o Google para nos fornecer informações para otimizar a performance dos nossos conteúdos na internet?

Além disso, é um serviço gratuito — e que não deixa nada a desejar em relação às plataformas pagas. Sua interface é amigável, é facilmente integrado a outros produtos, ostenta uma enorme capacidade de processamento de dados e oferece um conjunto generoso de funções, das mais básicas às mais complexas.

Sabe o que tudo isso significa para você? Muitos, muitos benefícios! E os principais estão descritos a seguir.

Saber a origem das visitas

Conhecer a origem dos visitantes do seu site é essencial para otimizar suas campanhas ou direcionar a sua estratégia de Marketing de Conteúdo. Afinal, existem diversas fontes de aquisição, como URL, anúncios, banners, backlinks, busca orgânica ou redes sociais.

E não para por aí. O GA também nos informa o tipo de dispositivo utilizado pelos usuários, muitas vezes até o modelo, o que contribui para melhorias em navegação e design.

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Conhecer o perfil dos visitantes

No Marketing Digital, muito se fala sobre as personas, representações semifictícias de um cliente ideal. Esses personagens, que são o principal parâmetro para sua produção de conteúdo, são geralmente construídos por meio de dados e pesquisas internas, mas devem ser constantemente aprimorados.

O Google Analytics nos traz informações que nos permitem conhecer melhor o perfil das pessoas que chegam ao nosso site — os dados demográficos são um ótimo exemplo disso.

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Também é possível segmentar os usuários de acordo com idioma, idade, sexo e até seus interesses. Essas informações que nos permitem descobrir se o nosso conteúdo está atraindo as pessoas certas e, se sim, conhecê-las melhor.

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    Como instalar o Google Analytics?

    O Google Analytics coleta dados do site por meio de um código javascript gerado exclusivamente para o usuário — o que garante que só ele e pessoas autorizadas tenham acesso. A instalação, portanto, se resume a copiar esse código e inseri-lo no corpo do site.

    Para quem usa WordPress, o procedimento é ainda mais fácil. Basta utilizar um plugin, como o MonsterInsights ou Google Analyticator, e informar o seu ID, ou Código de Acompanhamento (UA), na configuração.

    Para criar a sua conta, basta acessar https://analytics.google.com utilizando uma conta Google e seguir as orientações recomendadas. Tanto o código javascript como o ID estarão disponíveis no fim do processo.

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    Quais as principais métricas do Google Analytics?

    Diferença entre Visitantes, Sessões e Hits

    A dúvidas mais comuns de qualquer proprietário de um site, é saber quantas pessoas visitaram o site em determinado período.

    E entender como o Google Analytics mensura as interações dos usuários, é o primeiro passo para criar qualquer tipo de relatório.

    Já existem diversos artigos que explicam detalhadamente a diferença entre Sessões e Visitantes. Aqui, vamos explicar tudo de uma forma didática e simples, mas que te ajudará a entender como usar esta poderosa ferramenta.

    Visitantes

    A definição de visitante é a mais tranquila de se entender. Afinal, como o próprio nome diz, se refere literalmente a um usuário que acessa o seu site.

    O grande ponto é lembrar que um Visitante pode visitar o seu site várias vezes dentro de um período, iniciar sua navegação por meio de diferentes canais (pesquisando no Google ou pelo Facebook, por exemplo) navegar por diferentes páginas e gastar mais ou menos tempo a cada uma destas interações.

    Hits

    Toda e qualquer interação de um visitante com um site, começa com um hit. Sempre que um Visitante acessa alguma página com o Código de Acompanhamento instalado, um novo hit é recebido pelo Google Analytics.

    Este hit carrega, dentre várias outras informações:

    • IP;
    • data e hora do hit;
    • versão do navegador;
    • nome da página e URL.

    A cada nova página acessada ou durante sua navegação, um usuário pode gerar vários hits. Este conjunto de dados enviados por um mesmo Visitante, são reunidos nos servidores do Google e agrupados em Sessões, que vamos explicar logo a seguir.

    Sessão

    Uma sessão pode ser entendida como um conjunto de hits gerados por um visitante ao navegar.

    Quando o primeiro hit é gerado em uma página de destino, uma nova Sessão se inicia. E só acaba quando:

    • o visitante passa 30 minutos sem fazer nenhuma interação (nenhum novo hit);
    • quando passa de meia-noite;
    • o usuário clique em alguma UTM (vamos explicar melhor a seguir);
    • o usuário navega entre diferentes subdomínios dentro de um mesmo site.

    Importante: Quando o usuário acessa apenas uma página, sem atualizá-la ou sem ativar nenhum evento, o Analytics não recebe nenhum novo hit.

    Se nenhuma nova informação é enviada, o GA não consegue medir o tempo que o usuário passou ali, por exemplo. Logo, após 30 minutos de inatividade, o Analytics vai entender que ocorreu uma rejeição.

    O que é uma taxa de rejeição?

    A taxa de rejeição é uma das métricas que mais confunde os usuários. Como o próprio nome nos leva a entender, uma “Rejeição” soa como um usuário que abandonou o site, rejeitando o seu conteúdo. Na verdade não é exatamente isso.

    Esta métrica não leva em consideração um determinado número de segundos que o usuário passou em seu site, mas sim, uma Sessão em que o usuário visitou apenas uma única página e saiu, sem interagir com nenhuma outra página.

    Leia também:

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